Ginástica holística ajuda a pevenir e aliviar dores no corpo

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Nada de exercícios para malhar o abdome ou engrossar a panturrilha. O objetivo da chamada “ginástica holística” é trabalhar o corpo como um todo para promover o alinhamento da postura e evitar dores. O método, criado pela médica e terapeuta alemã Lily Ehrenfried (1896 -1994), foi trazido para o Brasil pela fisioterapeuta Patrícia Lacombe, que já formou cerca de 80 profissionais no país.

“A ginástica holística é baseada em três pilares: educação, prevenção e tratamento”, descreve Lacombe, que aprendeu o método em Paris, com uma sucessora de Ehrenfried. Em outras palavras, o trabalho estimula a consciência corporal, a execução correta de movimentos feitos no dia a dia e o alívio de tensões.

Leia o artigo completo e aprenda uma série:

 

O trabalho estimula a consciência corporal, a execução correta de movimentos e o alívio de tensões

Quais os melhores tratamentos para varizes?

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Basta o verão dar as caras para as varizes começarem a aterrorizar. Afinal, que mulher não resiste a um shorts ou saia na estação mais quente do ano?

Entre os principais agravantes das veias saltadas estão: uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, retenção de líquidos, gravidez, obesidade, falta de exercício físico e até ficar muitas horas sentadas.

Por isso, caminhar com frequência, movimentar as pernas a cada 30 minutos e usar cremes e meias específicas (indicadas por médicos vasculares, dependendo do grau) ajudam a aliviar as varizes.

Agora, se você costuma sofrer com sintomas, como inchaço, dor, ardência e peso; é a hora de procurar um tratamento mais intensivo. Nesse caso, é necessário procurar um especialista para secar as veias.

Nas menores, que costumam ser avermelhadas, é aconselhável fazer aplicação direta com substâncias químicas ou então com laser, que costuma ser mais eficiente. Já para as maiores e verdes, a solução é operar.

Você sabe o que é Hanseníase?

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DOENÇA

A hanseníase é uma doença infecciosa e atinge a pele e os nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é longo e varia de dois a cinco anos. É importante que, ao perceber algum sinal, a pessoa com suspeita de hanseníase não se automedique e procure imediatamente um serviço de saúde mais próximo.

É preciso observar manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo e áreas da pele que não coçam; mas, que causam a sensação de formigamento e ficam dormentes, com diminuição ou ausência de dor, da sensibilidade ao calor, ao frio e ao toque. 

TRATAMENTO

Todos os casos de hanseníase têm tratamento e cura. A doença pode causar incapacidades físicas, evitadas com o diagnóstico precoce e o tratamento imediato, disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). O tratamento, gratuito e eficaz pode durar de seis a doze meses.

Os medicamentos devem ser tomados todos os dias em casa e uma vez por mês no serviço de saúde. Também fazem parte do tratamento exercícios para prevenir as incapacidades físicas, além de orientações da equipe de saúde.

APELO GLOBAL

Anualmente, a Fundação Sasakawa (The Nippon Foundation) coordena a assinatura, por líderes e organismos de expressão mundial, de um termo de compromisso denominado Apelo Global. O objetivo é fortalecer a defesa por um mundo sem hanseníase. 

A Fundação, que também atua na campanha pela eliminação da hanseníase, é presidida pelo senhor Yohei Sasakawa, que desde 2001 é também Embaixador da Boa Vontade para a Eliminação da Hanseníase da Organização Mundial da Saúde. Personalidades como os Ex-Presidentes Jimmy Carter, Bill Clinton, Nelson Mandela e Luís Inácio Lula da Silva foram signatários do Apelo Global em anos anteriores.

Este ano, o Brasil será o país sede da assinatura do Apelo pelo fim do estigma e da discriminação contra as pessoas portadores da hanseníase. A cerimônia de assinatura será na próxima segunda-feira (30), na Associação Médica Brasileira, em São Paulo (SP).  Está prevista a participação do Embaixador Sasakawa; do coordenador-geral do Programa de Hanseníase da Organização Mundial da Saúde (OMS), Sumana Barua, e de representantes do Ministério da Saúde, da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, da Associação Paulista de Medicina (APM) e do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase.

Hipersensibilidade Dentinária

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A sensibilidade dentária afeta um grande número de pessoas. É geralmente causada por bebida e alimentos quentes, frios, doces ou ácidos. Em condições normais, a dentina (camada interna que envolve o nervo) é coberta pelo esmalte da coroa e a gengiva ao redor do dente. Com o tempo, o esmalte pode desgastar-se, reduzindo a proteção. Também com o tempo, a gengiva pode retrair-se, expondo a raiz do dente.

A dentina tem um grande número de poros ou tubos microscópicos (túbulos) que vão da face externa do dente até a polpa, no centro. Quando a dentina está exposta, esses túbulos podem ser estimulados por mudanças de temperatura ou certos alimentos.

Causas:

Os fatores mais comuns são:

- Retração gengival devido à idade ou escovação inadequada;

- Bebidas ácidas (como refrigerantes) que causam a erosão do esmalte e a exposição da dentina;

- Bruxismo que, na verdade, faz com que todos ou a maior parte dos dentes tornem-se sensíveis;

- Escovação com creme dental muito abrasivo, escovação incorreta e/ou escovação em um número de vezes maior do que três;

- Gengivite, que pode causar retração gengival;

Tratamento:

O primeiro passo é descobrir a causa, com a ajuda de um dentista. Se a causa for à exposição da dentina, há algumas providências que você pode tomar para reduzir a sensibilidade:

- Use uma escova de cerdas muito macias;

- Escove corretamente para evitar a abrasão do esmalte e a retração gengival;

- Use um creme dental formulado especialmente para ajudar reduzir a sensibilidade;

 

Conheça a doença das mãos azuladas

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Quem tem a doença pode manifestá-la no simples ato de lavar as mãos com água fria, por exemplo, ou ao permanecer em um ambiente com ar-condicionado.
Normalmente, a exposição ao frio diminui a circulação sanguínea nas extremidades do corpo, a fim de preservar a temperatura no centro, onde estão os principais órgãos. A Síndrome de Raynaud é uma resposta lenta a esse mecanismo que garante a temperatura estável do corpo o tempo todo. As extremidades ficam brancas, quase sem cor, geladas e pode haver dor, resultado da precária circulação na região.
Além da mudança na coloração, há redução da sensibilidade na região afetada, formigamento, dor e adormecimento. De acordo com as estimativas mundiais, o problema atinge cerca de 5% da população e é mais comum em mulheres entre os 20 e 40 anos.
Além da baixa temperatura, o estresse pode ser um gatilho para o problema, já que leva a uma resposta semelhante à exposição ao frio. Mas outros fatores também podem provocar essa manifestação, como a utilização de anticoncepcionais orais ou remédios contra a pressão alta, a exposição a solventes químicos ou ainda o cigarro.
Tratamento:
Apesar de não ter cura, é possível controlá-la e contorná-la. Em casos graves, os médicos costumam prescrever vasodilatadores, que ajudam a evitar as crises. A fim de evitar que a doença se manifeste tente não se expor ao frio intenso.