Se as horas de descanso estão insuficientes, o corpo dá sinais que vão além do bocejo e dos olhos cansados. Dormir pouco ou dormir mal pode trazer prejuízos à saúde e ao seu dia a dia. Falta de concentração e de coordenação motora, fome em demasia, e suscetibilidade às doenças são apenas alguns dos alertas de que é preciso dormir.
Dificuldade para tomar decisões
Segundo estudos realizados pelo pesquisador Sean Drummond, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, quando estamos cansados temos dificuldade para determinar o que é mais importante e até pequenas decisões ganham gravidade exagerada.
Sensibilidade ou irritabilidade
Sabe aquela semana em que você está mais impaciente? A culpa também pode ser falta de sono! Quando o corpo não descansa adequadamente, os distúrbios do humor aparecem e podem ser expressados de diferentes formas: como um limiar menor para o estresse, uma sensibilidade maior ou ainda uma maior ansiedade.
Imunidade baixa
Noites mal dormidas podem deixar o organismo mais vulnerável a infecções. Cansado e sem tempo suficiente para se recuperar, as defesas do corpo ficam baixas. É nessa hora que vírus e bactérias aproveitam a baixa de guarda e atacam.
Fome de leão
Cientistas já identificaram que dormir pouco prejudica a queima de gordura. Mas a privação de sono também pode desregular os níveis de açúcar no sangue e levar o corpo a produzir menos lepitina, um hormônio que desacelera o apetite, e mais grelina, que aumenta a fome.
Falta de coordenação motora
Tropeços, objetos que caem das mãos… A privação do sono faz com que os reflexos fiquem mais lentos. Aliado à falta de concentração, o problema ganha contornos perigosos quando a tarefa a ser executada é dirigir. Por isso, a recomendação de uma boa noite de sono antes de pegar a estrada é tão importante.
Recuperação
Minimizar ou tirar de cena os resultados da privação do sono é simples. “Para cada noite mal dormida, a pessoa vai precisar de duas ou três noites de descanso para se recuperar adequadamente, levando em conta sua idade e a quantidade de horas perdidas”
É fácil saber qual o déficit de descanso. Basta observar quantas horas você dorme naqueles dias que não tem hora para acordar, como nas férias ou feriados. Os especialistas alertam que perder mais de duas horas de sono por noite durante períodos prolongados o problema é considerado crônico.
