8 trocas que valem o investimento

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A busca por uma alimentação mais saudável nem sempre é fácil. Além de exigir força de vontade e um tanto de disciplina, mudar hábitos à mesa, em casa e na rua, algumas vezes pode significar um aumento na conta do supermercado ou do restaurante.

Algumas trocas que podem pesar mais no bolso têm também um peso muito superior no quesito saúde – e, nesses casos, devem ser considerados não gastos, mas investimentos. Por exemplo, usar na salada o azeite extra-virgem em vez dos óleos comuns, como o de milho, também é uma opção muito mais saudável.

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Velocidade de ingestão do alimento pode influenciar risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2

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A diabetes é uma questão de saúde pública mundial que cresce a cada dia. O tipo 2 da condição pode estar ligado ao histórico genético do paciente e os fatores ambientais aos quais ele está exposto, fazendo com que seja importante identificar fatores que podem ser alterados para que haja a redução de riscos.

A literatura médica não tem dados sobre como a velocidade de ingestão de alimentos podem influenciar nos riscos de desenvolvimento da diabetes tipo 2. Por isso, pesquisadores da Lituânia fizeram um estudo para avaliar se é possível estabelecer uma conexão entre a doença e esse fator.

O estudo incluiu 234 casos recentemente diagnosticados de diabetes mellitus tipo 2 e um grupo controle de 468 pessoas sem a doença. Pacientes e controles foram comparados por idade e gênero, e um questionário foi desenvolvido para a coleta de dados de fatores de risco. Variáveis como o histórico familiar, educação, prática matinal de exercícios, índice de massa corporal, circunferência de cintura, tabagismo e nível de triglicérides foram considerados pelo estudo.

A análise de resultados mostrou que as pessoas que sofriam de diabetes tinham maior massa corporal e níveis menores de educação do que o grupo controle. O estudo mostrou também que pessoas nesse grupo comiam mais rapidamente do que os participantes saudáveis.

Assim, os resultados levaram os pesquisadores a concluir que é possível estabelecer uma relação entre a velocidade de ingestão de alimentos e um aumento de riscos de desenvolvimento de diabetes tipo 2.

Os alimentos que melhoram a cicatrização da pele

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Qualquer lesão na pele, mesmo que superficial, gera uma resposta imediata do corpo e é encarada pelo organismo como uma agressão cuja resposta imediata é a inflamação.

Além dos medicamentos normalmente usados para estimular a cicatrização adequada, alguns alimentos podem dar uma ajudinha extra nesse processo.

Com larga experiência no atendimento de pacientes de cirurgia plástica, a nutricionista funcional Luciana Harfenist dá a receita para melhorar a cicatrização: apostar nas propriedades funcionais dos alimentos , ou seja, optar pelos que são mais ricos em nutrientes e reduzir ao máximo os industrializados.

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Gordura do bem

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Ômega-3 é um tipo de gordura cujo consumo pode ajudar em diversas doenças e condições

Embora extremamente importantes para a saúde do organismo, os ácidos graxos ômega-3 não são produzidos pelo corpo humano. Por conta disso, devem ser consumidos por meio de alimentos como o peixe e alguns óleos vegetais.

Segundo informações do Centro Médico da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, existem evidências de que o ômega-3 pode ajudar pacientes em determinadas condições de saúde ou em risco de adquiri-las. São elas:

- Colesterol alto
- Pressão arterial alta
- Infarto e derrame
- Câncer de cólon
- Diabetes
- Artrite reumatóide
- Lúpus
- Osteoporose
- Transtornos mentais como a depressão, transtorno bipolar e esquizofrenia

Alimentos têm influência na capacidade mental de idosos

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Os idosos cujo sangue apresenta maiores teores de certas vitaminas e ácidos graxos omega 3 mantêm sua capacidade mental e de memória por mais tempo, revela um estudo publicado nesta semana.

O trabalho concluiu que os idosos que consomem estas vitaminas e ácidos graxos não experimentam uma redução do volume de seu cérebro, um fenômeno tipicamente observado nas pessoas que sofrem de Alzheimer.

Publicado na edição de novembro da revista Neurology, o estudo determina que os altos níveis de vitamina B, C, D e E, assim como de omega 3, encontrado principalmente nos peixes, têm efeitos positivos na saúde mental e no restante do organismo.

A pesquisa também revela que os participantes do estudo com alimentação rica em ácidos e gorduras trans, abundantes em produtos lácteos e frituras, obtiveram resultados piores no teste cognitivo e apresentaram redução do cérebro considerável.

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Boa alimentação contra a enxaqueca

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Seus hábitos alimentares e o que você coloca no prato podem influenciar no desencadeamento e no controle da enxaqueca.

Confira as dicas da inglesa Wendy Green, especialista no assunto e autora do livro 50 coisas que você pode fazer para lidar com a enxaqueca.

Observe a quantidade de cafeína ingerida: A cafeina pode ser tanto um tratamento quanto um fator desencadeante para a enxaqueca.

Se você não toma café ou chá regularmente, uma xícara de chá ou café forte, ou um copo de refrigerante do tipo cola, pode ajudar a cortar a enxaqueca, principalmente quando tomado junto com remédio.

Acredita-se que a cafeína contraia os vasos dilatados ao redor do cérebro e assim maximize a eficácia dos analgésicos.

Controle os níveis de açúcar no sangue: Os níveis de açúcar variam de acordo com a alimentação, o consumo de medicamentos e também a produção de hormônios. Quando eles caem muito, isso pode resultar em hipoglicemia (baixo índice de açúcar no sangue). Resultado, a pressão se eleva o que desencadeia a enxaqueca.

Fique atento aos aditivos alimentares: Eles são usados pelos fabricantes para realçar o sabor e a cor do alimento, assim como para prolongar a validade. Entre as substâncias vinculadas às enxaquecas estão glutamato monossódico, nitratos e nitritos, aspartame, tartrazina, sulfitos e benzoato de sódio.

Mastigue gengibre: O gengibre cru pode aliviar a náusea e os problemas digestivos que costumam acompanhar as enxaquecas. Também bloqueia os efeitos das prostaglandinas: substâncias que podem provocar inflamação dos vasos sanguíneos no cérebro e causar uma enxaqueca. Se não quiser mastigá-lo cru, pode fazer um chá ou comer biscoitos de gengibre.

Coma alimentos ricos em magnésio: De acordo com estudos, quem sofre de enxaqueca tem níveis baixos de magnésio. A dose diária recomendada é de 270mg para mulheres e 300mg para homens. Para assegurar uma dose adequada de magnésio na alimentação, consuma verduras frescas de folhas verdes, feijão, ervilha, bata, aveia e extrato de levedo.

Beba água: A desidratação é outro fator desencadeante comum e muitas vezes subestimado para as enxaquecas. Os tecidos que rodeiam o cérebro são compostos principalmente de água. Quando perdem líquidos, encolhem, provocando irritação e dor. O ideal é ingerir entre um e dois litros de água diariamente.