Cientistas questionaram, nesta quinta-feira, um dos grandes dogmas da medicina moderna: o de que níveis mais elevados de “bom” colesterol aumentariam automaticamente a saúde cardiovascular.
Em um estudo publicado na revista científica The Lancet, pesquisadores anunciaram ter descoberto que não há evidências médicas de que altas taxas de lipoproteínas de alta densidade (o tipo de colesterol conhecido como HDL, na sigla em inglês) diminuem o risco de infarto.
Concentrações elevadas de HDL são umas das principais taxas acompanhadas em exames de sangue. Elas são tão controladas quanto a manutenção de níveis reduzidos de “mau” colesterol (a lipoproteína de baixa densidade, ou LDL) como critério para o risco de obstrução das artérias.
O estudo usou um método conhecido como randomização mendeliana para comparar o risco de infarto entre pessoas que herdaram boas variantes genéticas que renderam predisposição para taxas elevadas de HDL.



















